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Mais
uma vez a natureza reage à ação do homem: Estamos
tendo no Brasil um inverno menos frio e no hemisfério norte um
verão mais quente.
A
onda de calor acima do normal na Europa e Estados Unidos está provocando
mortes de pessoas e animais e fazendo que ocorram pesadas perdas na produção
agrícola. Os termômetros têm marcado temperaturas de
39 e até mesmo de 40 graus.
O receio é de que volte a ocorrer o que aconteceu no verão
de 2003, quando a onda de calor deixou 32.000 mortos!
As massas de ar frio que poderiam amenizar o verão no hemisfério
norte e fazer o inverno mais característico com baixas temperaturas
no Brasil estão sendo bloqueadas e desviadas por sistemas de alta
pressão. O que poderia ocorrer eventualmente, mas está se
tornando frequente.
Relatório da ONU e dados de entidades ambientalistas revelam que
efetivamente está acontecendo o aumento da temperatura da terra
e que este aumento somará entre 2 e 4,5 graus até 2050,
o que representará uma calamidade!
E o culpado é o próprio homem! A sua ação
vem desequilibrar o meio ambiente. Alguns profissionais da meteorologia
já estão há muito tempo mostrando as alterações
das temperaturas e o que elas estão fazendo com o planeta e seus
habitantes.
É sabido que o equilíbrio térmico do planeta é
frágil: 1 grau pode gerar um grande desequilíbrio das forças
que regem a natureza.
E a elevação das temperaturas tem relação
direta com intensificação dos furacões, com as inundações,
com o derretimento das calotas polares, com a elevação do
nível dos oceanos e com o aumento das áreas desérticas.
A elevação das temperaturas provoca mortes nos seres humanos,
seja pelas catástrofes, seja pelo aumento da temperatura em si
mesma: o organismo sofre com aumentos de temperatura acima do que ele
foi programado, que está em 37 graus de temperatura interna constante
e reage a aumentos. Se o organismo não conseguir manter o equilíbrio,
o resultado pode ser a morte por calor, ou hipertermia, com parada cardíaca
e/ou danos ao cérebro.
Este
aquecimento global não é mais uma ameaça e sim uma
realidade que deve ser tratada, não com urgência apenas,
mas como emergência!
O que foi acertado no Tratado de Kyoto deve trabalhado mais intensivamente
pelo países signatários e receber a adesão dos não
signatários porque a sobrevivência da espécie humana
está sendo efetivamente comprometida e não apenas ameaçada.
Toda a humanidade deve dar as mãos e agir!
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