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.: MEIO AMBIENTE/RESPONSABILIDADE SOCIAL

.: SUBSTITUIÇÕES AMBIENTAIS

Para sair do colapso do meio ambiente mundial todos devem colaborar, tanto nas ações mais comuns do dia a dia como também sendo criativos.

Neste terreno a ciência tem sido também muito criativa: além de conseguir o álcool como substituto do petróleo como combustível, levou a descobertas como a fibra de milho para substituir o plástico.

A fibra do milho foi desenvolvida a partir da seiva que existe no interior do grão, da palha ou do sabugo.

A substituição do plástico pelo milho, entre outras vantagens tem a de que a decomposição: um copo feito de fibra de milho ao ser jogado fora entra em decomposição em 96 horas e o plástico demora 100 anos para se decompor!

Tecidos com fibra de milho se revelam também muito vantajosos: Nos Estados Unidos foi desenvolvido um carpete totalmente em fibra de milho, em vez do nylon, que é um perigoso derivado de petróleo.

Testes comprovaram que o tapete feito em fibra de milho sofre menos desgaste do que seu petrolífero similar.

Em São Paulo já está sendo preparado o Biocycle, um “plástico” derivado de cana-de-açúcar. É parte de uma outra revolução: a da substituição dos derivados de petróleo pelos derivados de produtos naturais renováveis.

Já as moléculas de castanha poderão servir para compor tecidos para embalagens que mudam de cor conforme o prazo de validade, além de não produzirem impacto na sua degradação.

Nos Estados Unidos a Cargil Dow conseguiu produzir o plástico Nature Works e a fibra têxtil Ingeo, que podem ser encontradas disponíveis no mercado na forma de roupas e embalagens para alimentos, copos e descartáveis

LIXO MODERNO
Outro cuidado importante para proteger o meio ambiente e aquele que deve ser dispensado para o lixo moderno, o chamado “Lixo Digital”.

Um exemplo é o caso dos computadores. Calcula-se que no Brasil a cada ano sejam descartados mais de 3 milhões de computadores, motivados boa parte porque ficaram ultrapassados por causa da modernização.

Outro exemplo é a quantidade de celulares que vai para o lixo.

O Brasil já tem hoje mais de 65 milhões deste tipo de aparelho e o processo de modernização e a necessidade da sociedade de consumo faz com que os celulares que vão ficando ultrapassados sejam substituídos por outros com recursos mais modernos (que muitas vezes nem chegam a ser usados), que se tornam diferenciais importantes para a troca dos antigos e pelo estímulo do marketing impelem as pessoas a comprá-los. Os substituídos não têm outro destino senão o lixo: Ninguém os quer mais!

Quanto à baterias de celulares, calcula-se que aproximadamente entre 1996 e 1999 tenham sido jogadas no lixo mais de 11 toneladas de baterias de celulares. As baterias contêm um grande número de substâncias altamente nocivas à saúde e que não podem ser jogadas no meio ambiente. O Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente) já estabeleceu regras para descarte de baterias:

As de maior concentração de materiais pesados devem ser recolhidas pelos fabricantes e as demais devem ir para os aterros licenciados, quando tiverem menor potencial de danos à saúde.

Fabricantes argumentam que as baterias oficiais têm menor teor de riscos e podem ser jogadas no lixo doméstico.

No entanto as fabricantes deveriam ter nas lojas das operadoras e oficinas especializadas, urnas de recolhimento de baterias velhas. A recomendação dada aos usuários é de que levem suas baterias velhas para descartar nas lojas e oficinas.

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