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A
apresentação do profissional é um dos pilares fundamentais
do marketing pessoal?
Sem dúvida alguma que é! Na esfera do trabalho, especialmente
quando se trata de profissionais de gestão, área administrativa
ou comercial, a apresentação integra o marketing pessoal
pois estamos num mundo onde o visual pode falar por si próprio.
As pessoas julgam umas às outras pela apresentação.
E para o profissional que precisa se vender, o visual adquire uma força
tão significativa na primeira impressão, que pode muitas
vezes fazer com que ele seja melhor recebido já no primeiro contato.
E o inverso é verdadeiro, pois uma impressão negativa pode
prejudicar em muito a possibilidade de uma abertura no contato inicial.
Assim como os produtos que chamam a atenção positiva ou
negativamente pelo seu visual externo, o profissional deve ter cuidado
especial com a sua apresentação, que é a embalagem
de seu produto: ELE PROFISSIONAL!
Ter boa apresentação ou ter boa aparência/bom visual
não significa beleza. Significa estar com aspecto positivo em relação
a:
• Roupas limpas e alinhadas conforme o ambiente de trabalho ou ocasião;
• Postura e modo de andar;
• Modo de falar;
• Cabelos penteados;
• Higiene geral;
• Perfumes discretos (se usar ou adequado ao ambiente);
• Acessórios adequados (pastas, bolsas, cartões de
visita);
• Barba bem feita ou aparada;
A boa apresentação deve ser planejada antes do contato inicial,
considerando os objetivos a serem alcançados e as características
de quem vai receber. Deve haver equilíbrio entre o que o profissional
é, ou oferece, e a realidade do ambiente que vai visitar. Deve
normalmente prevalecer o que o profissional é, ou seja, se a atividade
dele exige o uso de uma apresentação mais social, deve primar
por ela, podendo decidir se vai usar terno ou apenas calça e camisa
social, dependendo do ambiente. Vale aí o bom senso.
A boa apresentação não quer dizer exibição,
nem mesmo extravagância, que soam mal. Devem ser evitadas: Para
a mulher abuso nas saias curtas, excesso de maquiagem, blusas muito decotadas,
saltos muito altos, saias ou bijuterias/adornos em excesso. Para o homem
o abuso nas correntes, anéis, colares, relógio e em outros
assessórios.
Uma roupa inadequada pode transmitir imagem errada. Não pode ser
extravagante ou casual demais. Neste item devem predominar o bom senso,
a sobriedade, a elegância discreta e sem exibição,
a adequada combinação das peças e a atualidade (roupas
desatualizadas indicam desatualização do profissional).
A postura é também importante elemento da apresentação:
dela fazem parte a cabeça erguida, o olhar para frente (e não
para baixo), fisionomia alegre, coluna ereta, andar elegante, gestos suaves
e ombros levantados: Um profissional “caído” não
transmite otimismo e sim desânimo e derrotismo.
Os cabelos são a “moldura” do rosto e merecem atenção.
Devem combinar com o profissional e sua atividade, estar sempre penteados
e bem cuidados.
Para as mulheres o rosto deve ter maquiagem de acordo com o ambiente,
o mesmo acontecendo com os brincos e colares. Mais uma vez deve predominar
a discreção. Para os homens, barbas bem cuidadas, aparadas.
Os acessórios devem denotar organização e profissionalismo:
pastas e bolsas de acordo com a imagem que o profissional quer passar,
cartões bem escritos e com as informações necessárias
(sem excessos) para conhecimento de qual é a atividade do profissional
e os dados para sua fácil localização. Um acessório
inadequado em um encontro de negócios, como um executivo com pasta
de desportista, um advogado com boné de time de futebol, um consultor
de gestão com tênis e outras “descombinações”
podem prejudicar muito a abertura para uma conversa. Muitas vezes geram
ruído até mesmo na aceitação de argumentos
técnicos. Um acessório que ainda tem muita rejeição
nesses ambientes é o “piercing” menos discreto como
o aplicado na língua. As tatuagens discretas em executivos/executivas
começam a ser aceitas em muitos ambientes.
O modo de falar é importante para gerar confiabilidade e, neste
caso, é função do profissional mais do que o ambiente.
A expressão correta do idioma português é fundamental.
Poucos são os ambientes que admitem a gíria numa apresentação
inicial.
A etiqueta deve sempre permanecer e ser adequada ao ambiente do cliente
a ser visitado. Bons modos e cortesia não devem faltar. Na mesa
de um restaurante, o uso adequado dos talheres e a mastigação
elegante são fundamentais. Sem esquecer a discreta preferência
aos mais velhos e às mulheres.
Assim, os cuidados com a sua apresentação, envolvendo posturas
e o visual, podem assegurar ao profissional uma abertura mais positiva
e uma continuidade do processo de venda de seu produto: ELE, PROFISSIONAL!
AUTOR:
FLÁVIO MARTINS DA COSTA
*Flávio
Martins da Costa é consultor empresarial, palestrante e instrutor
dos cursos “Desenvolvimento Gerencial”, “Administração
de Pequenas Empresas” e “Administração Racional
do Tempo, da FECOMÉRCIO/MG.
www.flaviomartins.com.br
contato@flaviomartins.com.br
(031)
9705-7428
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