| .: RECURSOS HUMANOS | ||
| .: INTELIGÊNCIA EMOCIONAL | ||
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“Qualquer
um pode zangar-se. Isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa
certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira
certa não é fácil”. A inteligência emocional é a capacidade de um indivíduo sentir emoções adequadas, aquelas que evitam decisões precipitadas e/ou desesperadas e também entender as emoções dos outros. Não adianta a um executivo ter um QI (Quociente de Inteligência) muito alto, ser tecnicamente muito competente, se briga por qualquer motivo com seu pessoal e seus clientes. O QI se adapta muito bem ao mundo do intelecto, mas pode ter dificuldades em lidar com o mundo das pessoas. O que se espera dos executivos é que tenham alto grau de QE (Quociente Emocional, que mede a Inteligência Emocional), porque quanto maior este maior a capacidade das pessoas em unir auto-estima à capacidade de resolver conflitos. A maioria das pessoas que tiveram sucesso na vida são aquelas que têm um QE mais alto relativamente ao QI. Para uma empresa, realmente, o que se quer mais de um executivo é que ele saiba lidar com conflitos, que não perca a calma diante das crises, que entenda o sentimento das pessoas à sua volta e que saiba contornar muito bem as suas angústias e ansiedades. O QE não vem com a genética, se molda com os hábitos da família e com o ambiente. Segundo Daniel Goleman, a Inteligência Emocional tem alguns componentes que a caracterizam: Entender
os sentimentos dos outros. No Brasil, muitas empresas já estão medindo o QE dos candidatos a executivos ou mesmo de outro níveis de funcionários. O
teste do Nível Competência Emocional (NCE) busca a descoberta
de espírito empreendedor, por isto ele focaliza diretamente o nível
de capacidade de: Os
testes de competência emocional trazem vários benefícios
para as empresas, tais como: Já a competência emocional muito baixa ou muito alta traz perigo para a empresa: Quem tem um nível de competência emocional muito baixa tende a se emocionar muito com os acontecimentos, sejam eles negativos ou positivos. O que o torna pouco recomendável para administrar uma empresa. Quem tem um nível de competência emocional muito elevado, suporta por demais a sua carga, dificilmente perde o sono por causa dos problemas nos negócios. Isto é indício também perigoso. Os que dificilmente se emocionam não têm um termômetro para regular suas investidas. As pessoas sem escrúpulos são assim. O bom executivo precisa de freios emocionais para ter o medo necessário também. Competência emocional é encontrada também em outro tipo de indivíduo: aquele que consegue também administrar o insucesso, tirar dele experiência, corrigir as falhas, avaliar friamente a possibilidades de “tentar” novamente e, considerando recomendável, fazê-lo. Mas as empresas não estão só preocupadas com a questão emocional de seus executivos. Os demais níveis têm recebido toda atenção. Diversas
empresas instalaram “emocionômetros” espalhados por
suas fábricas. Em muitas delas o processo é o seguinte:
Cada um dos empregados é convidado a diariamente indicar o seu
estado de espírito no painel. As convenções são
de fácil entendimento, por exemplo: Pino verde para quem está
bem, pino amarelo para os que estão “mais ou menos”
e pino vermelho para quem não está bem. Os que não
estão bem recebem logo a atenção dos colegas, supervisores
e, se necessário, da área de recursos humanos da empresa.
Se necessário podem até ser mudados provisoriamente de área
de trabalho (especialmente os que atuam em área de risco de segurança
ou cujo estado de espírito possa comprometer a qualidade do seu
trabalho). |
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| .: Velha História Japonesa | ||
| “O
mais profundo desejo do ser humano é ser apreciado.” Conta
uma velha história japonesa que, certa vez um guerreiro samurai
desafiou um mestre zen a explicar o conceito de céu e inferno.
Mas o monge respondeu-lhe com desprezo: |
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| .: Leia também... | ||
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