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Drogas reduz eficiência e segurança no trabalho |
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consumo de drogas lícitas
e não lícitas nas empresas gera grandes prejuízos,
segundo a ABRAÇO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA
A PREVENÇAO DO ABUSO DE DROGAS (www.abraco.com.br),
o uso abusivo de drogas afeta os trabalhadores reduzindo a eficiência
e a segurança no trabalho (54% dos acidentes de trabalho decorrem
do uso abusivo do álcool, 50% das faltas e licenças são
de funcionários com problemas de álcool e outras drogas). Para as empresas é importante trabalhar na prevenção e tratamento do uso e abuso de drogas lícitas e não licitas. Além das questões ligadas à redução da produtividade, perda de matéria prima, retrabalho, absenteísmo e acidentes de trabalho, os investimentos em prevenção e recuperação, são bem menores que os gastos em demitir e admitir e treinar novos funcionários. As empresas que investem em prevenção e recuperação de seus funcionários e familiares estão investindo em satisfação, motivação e produtividade. Segundo a ABRAÇO, “Identificar usuários de drogas e/ou álcool, dar-lhes a oportunidade de tratamento e recuperação e trazê-los de volta ao trabalho, deve ser a tônica principal de qualquer política de prevenção na empresa” A prevenção é a recomendação principal e ela começa com avaliação das causas de doenças, condições de trabalho, usos e costumes, alimentação e moradia. É fundamental a realização de programas, começando com e mantendo continuamente palestras e divulgação de material informativo para os trabalhadores e seus familiares. Para maior eficácia do processo é preciso a participação de profissionais especializados na área de dependência química para uma consultoria com projetos de treinamento e orientação com participação da equipe de recursos humanos da empresa. É
importante, para maior participação dos trabalhadores, que
seja lhes dada a garantia que o emprego será mantido para aqueles
usuários que se dispuserem a participar efetivamente do programa,
além de assegurar que não haverá exposição
da situação em que se encontram, havendo confidencialidade
no processo. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, 1/3 da população adulta fuma. O cigarro causa aproximadamente 120.000 mortes por ano no Brasil por provocar câncer, doenças coronárias, doenças pulmonares e outras. Ele supera o álcool e acidentes de trânsito nas estatísticas de causas de mortes. Para piorar a situação, os não-fumantes acabam absorvendo a fumaça dos fumantes e com ela acabam se tornando fumantes passivos e contraindo doenças como a efisema e bronquite crônica, muito comuns neste tipo de fumantes.
O programa de prevenção ao abuso de drogas deve ser apresentado aos empregados, usuários ou não, motivando-os a participarem e deixando claro a eles a manutenção da reserva quanto ao seu envolvimento. |
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