|
O
Comitê de Gestão de Pessoas da Câmara Americana de
Comércio de Belo Horizonte, realizou em Belo Horizonte, no último
dia 10 de outubro o “Seminário Anual de Recursos Humanos”
no Caesar Business, no Belvedere.
Uma
das questões fundamentais era a “Quais são os critérios
utilizados para escolha das melhores empresas para se trabalhar.
A
nossa posição tem sido que as melhores empresas para se
trabalhar e as mais conceituadas e admiradas empresas no mercado têm
nas pessoas o seu bem mais precioso.
É
com elas que contam para se desenvolverem e serem competitivas no mercado.
É
por isto que contam com as pessoas não como meros recursos humanos,
mas como talentos humanos, não como meios de mudança mas
como agentes de mudanças.
Por
isto procuram recrutar e selecionar os melhores, com base na competência
profissional e não com base no apadrinhamento ou no terrível
critério do menor preço que leva pessoas medíocres
para a organização, que com sua mediocridade acabam tendo
desempenho muito abaixo dos mais competentes, ficando assim mais caros
para a empresa.
Recrutados
e selecionados, eles são treinados e motivados para darem o melhor
de si.
E,
fundamentalmente, as empresas criam as condições para que
os talentos humanos dêem o melhor de si, que criem, que inovem,
que alavanquem resultados, que mudem, pois não basta ter os melhores
e não permitir que “despejem” sobre a empresa tudo
que possam dar, que ponham em prática aquilo que aprenderam, que
coloquem em ação todo seu potencial.
E
finalmente estabelecem condições para que o talento humano
tenha amor à empresa e queira ficar lá, com um salário
atrativo que se puder ser o melhor, ótimo, mas que seja suficiente
para satisfazer às suas necessidades e que seja somado a benefícios
(financeiros ou não), a clima de camaradagem positivo, a uma boa
relação chefia-subordinado, que tenha perspectivas reais
de crescimento, que seja profissional reconhecido no que merecer e valorizado
internamente.
Esta
é a nossa posição e parabéns à SERASA
pela escolha de melhor empresa para se trabalhar em 2006.
|