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.: ÍNDICE DE CONFIANÇA DO CONSUMIDOR DE BH APRESENTA RETRAÇÃO DE 3,01%

O Índice de Confiança do Consumidor de Belo Horizonte (ICCBH), referente a fevereiro de 2007, apresentou retração de 3,01% comparada a janeiro de 2007 e atingiu o patamar de 46,65 pontos. Esta foi a terceira queda consecutiva, acumulando recuo de 3,70% nos últimos 12 meses.

A pesquisa revela, ainda, que apenas o item Pretensão de Compra apresentou alta (5,40% no mês). Os itens mais citados na pretensão de compras dos consumidores foram liderados por Automóvel (19,67%), Moradia com 17,33% (casa: 11,50% e apartamento: 5,83%), Computador (10,50%) e Material de Construção (6,00%).

Outro ponto destacado pela pesquisa é a inadimplência, a queda mais acentuada do mês. O item Pontualidade no Pagamento (-9,85%) apresentou menor patamar desde o mês de abril de 2006. O maior percentual de atraso no pagamento foi em Energia Elétrica (31,09%), seguido de Cartão de Crédito (27,31%), Telefone Fixo (18,91%) e Cartão de Lojas, Cheque Especial e Prestação (ambos com 15,55%).

O ICCBH é um indicador que tem a finalidade de sintetizar a opinião dos consumidores de Belo Horizonte quanto aos aspectos que afetam as decisões de consumo atual e futura. A pesquisa é realizada pela Fecomércio-MG, em parceria com o IPEAD/UFMG, desde maio de 2004. O ICCBH também revela a expectativa do mês seguinte, sendo, portanto, uma orientação estratégica para o planejamento dos empresários.


Clique aqui e confira a Pesquisa de Endividamento do Consumidor de Belo Horizonte (PEC)

.: ECONOMIA

FUSÃO PODERÁ CRIAR A MAIOR CERVEJARIA DO MUNDO
Caso seja concretizada a fusão entre a belgo-brasileira InBev e a cervejaria americana Anheuser-Busch (AB), será criada uma mega-cervejaria composta pelas duas maiores do mundo e tenderá a impulsionar as outras grandes a se fundirem também para terem “poder de fogo” no mercado.
Por sua vez a InBev é o resultado da fusão da brasileira AmBev com a Interbriew,

BRASIL MAIS DEVAGAR QUE O MUNDO HÁ 12 ANOS
Segundo projeções do IPEA – Instituto de Pesquisas Aplicadas o crescimento do PIB-Produto Interno Bruto do Brasil para este ano será de 3,7% (acima da projeção prevista de 3,6%). Isto coloca o Brasil na posição de estar abaixo da projeção do crescimento mundial de 4,9%. Pela 12a vez o país vai estar abaixo da média mundial de crescimento. E ainda vai estar novamente abaixo do crescimento dos demais países da América Latina, à exceção apenas do Haití. Vamos crescer menos que a Argentina, Chile, Paraguai, Costa Rica, Honduras, Bolívia, Venezuela, Colômbia, México....

A média de crescimento do Brasil nos últimos 4 anos foi de 2,6%. Dígna de “choro e das mais profundas lamentações.,,

A pesquisa ainda aponta que mesmo com o PAC-Programa de Aceleração do Crescimento, que é “muito fraquinho” nesta década não existem condições para crescermos nem mesmo 5%, apesar de haver melhorias previstas para estes índices, mas 5%...

A última vez que o Brasil cresceu mais do que o mundo foi em 1995. Que saudade.. E o “Milagre do Crescimento” tão prometido pelo atual ocupante do palácio do planalto só poderá acontecer no outro mandato (dele?). E o Brasil ainda está envolto em comoções sociais, os políticos preocupados com a divisão dos ministérios, fazendo CPI’s que não acabam em nada (porque eles sempre arruma arranjos para a impunidade, e agora com a participação do judiciário que lhes está arrumando um jeito de não punir ninguém), com o poder judiciário preocupado em aumentar os próprios salários (o faz mais rápido que qualquer discussão social). Pois é, o povo tem errado muito nas urnas...

A COMPANHIA VALE DO RIO DOCE REGISTRA NOVAMENTE LUCRO CRESCENTE
A CVRD-Companhia Vale do Rio Doce apresentou mais uma vez crescimento nos seus lucros: 28,6% acima do contabilizado para 2005. Em 2006 seu lucro líquido foi de R$ 13,431 bilhões, contra R$ 10,443 bilhões do ano anterior. E ainda a sua receita bruta cresceu 32,2%, atingindo R$ 46,746 bilhões.

Um dos grandes impulsos para este crescimento foi o aumento das exportações para o mercado chinês. Segundo a empresa “A Vale se transformou no maior fornecedor de minério para a China, para onde embarcou 77,8 milhões de toneladas com crescimento de 37,8% em relação a 2005”

Como parte de seu processo de contínuo crescimento a CVRD, que já destinou US$ 20 bilhões para aquisições até 2009, realizou a incorporação de 100% dos ativos da mineradora de carvão australiana AMCI Holdings Austrália (HMCI HÁ) por R$ 1,378 milhões. A empresa incorporada possui reservas de 103 milhões de toneladas de carvão mineral.

Em nota, comemorando os resultados, a companhia diz ainda: “O acerto de decisões estratégicas nos fez emergir como a 2a maior empresa do mundo na indústria de mineração e metais por capitalização no mercado”

MAC DONALDS À VENDA? QUEM VAI QUERER? OU PODER?
A consultoria KPMG, contratada pelo Mc Donalds chegou à conclusão que a subsidiária brasileira é desprovida de valor para efeito tributário. Isto se deve ao fato de que a Mac Donalds mais investiu do que lucrou em suas operações no Brasil. A intenção agora é a venda da subsidiária.

E Armínio Fraga, através de sua empresa Gávea Investimentos, está junto com o grupo argentino Woods Staton em um consórcio que está participando da disputa do Mac Donalds em toda a América Latina.

CHINA PRÓXIMA DE SER A MAIOR EM TUDO
A China já vem sendo o país que incomoda a todos com seus produtos. Levantamento da CNI
– Confederação Nacional da Indústria, mostrou que uma para cada quatro indústrias instaladas no Brasil é afetada pela concorrência de produtos Chineses no mercado interno, sempre mais baratos que os seus concorrentes. Antes era só uma preocupação no sentido do preço, mas vem melhorando em qualidade seus produtos. Está seguindo nesta parte o mesmo caminho trilhado pelo Japão, começou com produtos de baixa qualidade e vem melhorando dia a dia. Estão vindo aí agora os carros chineses, uma dor de cabeça para a indústria automobilística nacional e mundial. E uma grande ameaça para o Brasil, pois a indústria automobilística é o carro chefe de qualquer país, pois ao seu reboque crescem as indústrias ede autopeças e muitas outras.

Como se não bastasse isto a China vai entrar agora na produção em larga escala de produtos agrícolas como a laranja. E o Brasil ainda é destaque mundial nesta cultura. Ainda...

RECEITA OPERACIONAL CRESCE MAS CAI LUCRO LÍQUIDO DA CEMIG
O lucro líquido da CEMIG – Companhia Energética de Minas Gerais teve um recuo de 14,2 em 2006 em relação ao ano anterior. O grande motivo para este recuo foi, segundo a empresa, devido à contabilização do reajuste tarifário diferido referente a receita extraordinária no valor de R$ 500 milhões em 2005. Sem esta operação contábil, apura-se uma melhoria na lucratividade. Já a receita operacional líquida da empresa chegou a R$ 9,681 bilhões em 2006, crescendo 17,5% em relação a 2005.

“PURE BRAZIL COTTON”
É.. filho de peixe, peixinho é; o presidente da Coteminas Josué Gomes da Silva, filho do Vice-Presidente José Alencar Gomes da Silva com bastante visão e ousadia resolveu criar uma categoria de algodão brasileiro que fosse sucesso e desejo de todo o mundo!.

Recentemente iniciou a comercialização do “Pure Brazil Cotton” na JCPenney, uma das maiores lojas de departamentos dos Estados Unidos. Na campanha a Coteminas vendeu para os Estados Unidos 16 milhões de unidades com esta marca.

No “vácuo” da Coteminas diversas marcas brasileiras vão utilizar o selo para exportar produtos similares”.

RIO, SÃO PAULO E MINAS: CRESCIMENTO
As economias paulista, fluminense e mineira estão apresentando resultados positivos. Pesquisa da FIRJAN-Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro mostra que há uma ligeira recuperação das vendas em janeiro em relação a dezembro do ano passado. E dezembro é normalmente um mês de maiores vendas.

Já em São Paulo, conforme dados da FIESP-Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, em fevereiro ocorreu uma alta de 1,04% no nível de emprego do setor industrial, com a criação de 22 mil novos postos de trabalho.

Em Minas Gerais, o nível de emprego da indústria mineira cresceu 4,76% em janeiro, comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados da FIEMG-Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais.

.: VALORIZAÇÃO DO REAL
Estudo desenvolvido pela empresa paulista, MCM Consultores Associados, no mês de fevereiro mostra que a valorização do real produz estrago em alguns segmentos que operam longe do câmbio de equilíbrio.

(Produção de Gráfico)
Que setores estão perdendo?
Agropecuária 2,95
Extrativa Mineral 2,12
Maquinas e Tratores 2,25
Madeira e Imobiliário 2,50
Papel e Gráfica 2,39
Elementos Químicos 2,90
Refino de petróleo 2,16
Químicos Diversos 2,18
Industria do Café 2,95
Produtos Vegetais 2,33
Produtos Alimentares 2,70

- Além destes segmentos o estudo detectou prejuízos nos setores calçadista, têxtil e vestuário.

• Fonte: MCM Consultores Associados

Vantagens e Desvantagens da moeda brasileira em ascensão, segundo matéria desenvolvida pelo repórter Heberth Xavier, do EM.

Inflação:
-A valorização do real torna produtos importados mais baratos. Isso ajuda a combater a inflação por dois motivos: os importados aumentam a concorrência, inibindo a indústria e o varejo a elevar os preços. Além disso, vários produtos apresentam insumos importados entre seus componentes, o que acaba barateando custos. Todavia, o ganho inflacionário com o cambio, se mostra provisório, uma vez que a economia se adequa ao novo patamar, a tendência é que os preços parem de cair.

Competitividade:
- Moeda valorizada traz importados ao país, elevando a concorrência e obrigando a industria local a se modernizar. Os economistas que defendem essa visão afirmam que, dessa forma, o setor ganha mais competitividade para atuar no exterior. Alem disso, com a compra de insumos importados a preço mais baixo, os produtos fabricados aqui ganham em tecnologia. Porem, o preço cobrado é muito mais alto. Até que a industria local de fato adquira maior competitividade para brigar por mercados no exterior, várias unidades fecham as portas, esmagadas pela concorrência externa. O que faz com que boa parte acaba se contentando em ser meras montadoras. Comprometendo a geração de empregos.

Dinheiro
- Dólar fraco permite a entrada do capital estrangeiro que ajuda o Brasil a crescer. As empresas que não se modernizam e, dessa forma sucumbem a concorrência estrangeira, são adquiridas por estrangeiros, que asseguram empregos que seriam dispensados, investem em tecnologia e trazem mais dólares ao país. Mas, parcela razoável dos dólares que estão chegando são para arbitragem- ou seja, aproveitam o alto nível da taxa de juros interna para aplicar em títulos públicos. Esse dinheiro tem efeito nulo sobre a economia real. Alem disso, os dólares ate chegam pela compra da empresa brasileira e futuros novos investimentos, mas sai em seguida, via remessa de lucros.

.: PRIMEIRO EMPREGO: UMA QUESTÃO DE SUSTENTABILIDADE

O que para muitos é uma chance de ingressar no mercado de trabalho, para outros se torna opção de dar continuidade aos estudos a partir da própria produção. É pensando neste paradigma que uma mineradora mineira está “pegando carona” no programa do governo federal, “Primeiro Emprego”. Partindo do pressuposto que a responsabilidade social se traduz em compromisso ético voltado para a criação de valores junto a comunidade, as organizações, as pequenas, médias e grandes empresas, vem a cada dia se integrando aos programas de inserção de jovens no mercado

O que pôde ser percebido é que além de oferecer aos jovens capacitação e formação profissional, o projeto aumentou a rentabilidade local, ou seja, dos municípios e comunidades na qual essas empresas se situam estão se destacando e se tornando competitivos diante do setor. Só na grande BH, podemos primariamente destacar um aquecimento econômico local nos municípios de Nova Lima, Itabirito, Sarzedo e Brumadinho. O secretário de planejamento econômico de Itabirito, Maximiliano Fortes, explica que além de a atuação de empresas na folha de impostos, existe a possibilidade criar uma cultura de educação com busca de qualidade, “o que melhora o relacionamento de jovens com a comunidade e atrai novas empresas.”

A parceria das empresas, com o Senai e o Cefef – MG, onde são ministrados cursos de manutenção em mecânica, elétrica, solda, operação de equipamentos em minas e de planta para tratamento de minério, está integrando muitos jovens no setor que cresce rapidamente a cada escalada econômica. Estes cursos de capacitação têm sido bastante concorridos, mas após uma seleção a apertada o aprendiz recebe bolsa e benefícios para que a dedicação aos estudos seja cem por cento aproveitada. De acordo com, Valéria Vieira, gerente de recursos humanos da MBR, “com a bagagem, o jovem se qualifica tanto para atuar na empresa como para qualquer outra”.

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