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.: ECONOMIA E NEGÓCIOS
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.: VÁRIOS

LEILÃO DA VARIG TEVE OFERTA ÚNICA

Dos cinco grupos que estavam credenciados para participar do leilão da Varig, apenas o grupo “Trabalhadores da Varig (TGV), representado pela NV participações apresentou proposta, que foi de R$ 1,010 bilhão. Este valor não seria pago de uma só vez, pois seria composto de R$ 225 milhões em créditos, R$ 500 milhões em debêntures e participação no lucro da companhia e R$ 285 milhões em dinheiro

A oferta será agora analisada pela Justiça e, caso seja recusada, o caminho mais provável da empresa será a falência ou novo plano de recuperação, esta última alternativa dada pelo próprio responsável pelo caso, Luiz Roberto Ayoub ao admitir a possibilidade da interpretação da lei de falências.

Com a frustração gerada no mercado pela proposta, as ações da empresa caíram 58,05%.

Já as ações da TAM e da GOL, que eram esperadas para apresentar ofertas e não foram, subiram respectivamente 7% e 5,5%

IPCA RECUA

O IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, recuou em maio e deixou satisfeito o governo, por estar dentro de sua meta. O IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicou que a taxa esteve em 0,10%, menor que a de abril que foi de 0,21%.

Em maio, vários fatores contribuíram para a queda do índice: a queda do preço do álcool e diminuição da índices de crescimento de preços de medicamentos, vestuário, energia elétrica, condomínios e alimentos.

A inflação prevista para 2006 é de 4,3%.

O comportamento dos diversos índices está apontando para a tendência de continuidade da redução da taxa básica de juros (Selic).

COPOM SERÁ CAUTELOSO

O Comitê de Política Monetária do Banco Central – O COMPOM – divulgou na última quinta feira, dia 8, a sua ata. Ela veio com forte indicativo de cautela, o que significar tendência de reduções brandas de juros. E é sobre está visão que reduziu em apenas meio ponto percentual a taxa de juros.

DECISÃO DO STF DIMINUI “FARRA” DOS BANCOS

Os bancos bem que tentaram mais privilégios, mas desta vez não conseguiram. O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o Código de Defesa do Consumidor seja aplicado mesmo nas relações com os bancos e os consumidores.

A decisão vai impedir práticas abusivas por parte das agências bancárias, que estarão agora sujeitas ao Código de Defesa do Consumidor.

O volume de serviço dos PROCONs vai aumentar em muito a partir desta decisão, porque eles poderão agora autuar os bancos, que são recordistas em reclamações. As instituições financeiras não poderão continuar com seus contratos com cláusulas abusivas. As cláusulas restritivas de direitos devem ser destacadas.

Até no caso da determinação que os consumidores deveriam ficar no máximo 15 minutos nas filas o controle ficará mais fácil. Segundo profissionais de defesa do consumidor as filas resultam de um serviço mal-prestado e devem agora ser mais questionadas com base no Código de Defesa do Consumidor.

Campeões nas queixas, alguns bancos agora estão buscando implantar um canal direto de comunicação com o Procon para resolver os problemas de seus clientes com maior agilidade, entre eles o Itaú, a Caixa Econômica, o Unibando e o Itaúcard.

Hoje as principais reclamações contra os Bancos estão na cobrança indevida, cálculo da prestação/taxa de juros e cálculo de prestação em atraso.

IPEA ELEVA PREVISÃO DE CRESCIMENTO

O Instituto de Pesquisas Econômicas aplicadas (Ipea), ampliou a sua previsão de elevação do PIB- Produto Interno Bruto brasileiro neste ano para 3,8%. A previsão anterior era de que o PIB chegaria a 3,4%

Outras novas previsões constam da última nota da instituição.

INDICADORES
NOVAS PREVISÕES PARA 2006
PIB
3,80%
Consumo Privado
4,80%
Consumo do Governo
1,80%
Investimento
7,80%
Exportações de Bens e Serviços
5,30%
Importações de Bens e Serviços
14,70%
Indústria Geral
4,50%
IPCA
4,40%
Saldo da Balança Comercial
US$ 4,4 bilhões
Câmbio no Último Trimestre
R$ 2,30
Selic no Último Trimestre
14,2%

QUEDA NA VENDA DE CAMINHÕES

Segundo dados da ANFAVEA – Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, as vendas de caminhões tiveram retração de 6,0% considerando-se o acumulado até maio, em relação a igual período de 2005. Em Minas Gerais a retração foi de 7,4%.

Já a produção teve alta de 9% em todo o país.

Segundo especialistas, a queda é reflexo na crise que já vem acontecendo no agronegócio e a disparidade entre a queda nas vendas do mercado interno e o aumento da produção está explicada pela exportação de veículos pesados

SETOR FERROVIÁRIO

Seminário “Brasil nos Trilhos”, realizado no hotel Blue True Alvorada, reuniu grande número de participantes, incluindo parlamentares, o ministro dos transportes, Paulo Sérgio Passos, concessionários, representantes de empresas de logística e muitos outros profissionais ligados ao setor.

Dentre os pontos apresentados se destacaram: A necessidade urgente de investimentos para ampliação da malha ferroviária do país, a criação de mecanismos tributários para atrair investimentos para o setor e aprimoramento da regulamentação do setor para maior equilíbrio de direitos e obrigações das partes envolvidas.

Também foram destacados os benefícios que seriam trazidos pela ampliação do setor estariam na área de logística, redução de custos no transporte de produtos, sejam para exportação, sejam para o mercado interno, geração de emprego.

O governo, através do “Plano Nacional de Revitalização das Ferrovias”, vem investindo no setor, segundo afirmou o ministro dos transportes.

Recebendo fortes investimentos, a Ferrovia Transamazônica terá 1,8 mil quilômetros, sendo 646 quilômetros de ferrovias novas e 1.150 quilômetros de trechos reconstruídos ou recuperados.

A “Transnordestina”, segundo estimativas, em 2010 transportará 10 milhões de toneladas de grãos.

A participação do setor na no transporte de carga do país cresceu de 23% em 2002 para 25% em 2005.

Além o transporte ferroviário de cargas, esteve com forte presença nas discussões o transporte ferroviário de passageiros.

O representante do governo afirmou que os recursos para o desenvolvimento do transporte de passageiros não sairão do governo, mas da iniciativa privada. O governo entrará com os estudos de viabilidade e BNDES-Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social será responsável por conceder financiamentos necessários.

OFERTA DA MITRAL É REJEITADA PELA ACELOR

Recentemente anunciamos o interesse da Mittal em se associar com a Acelor, gerando a maior potência siderúrgica do mundo.

No entanto a Acelor acaba de anunciar que considera o seu plano de se fundir com a russa Silvestal mais apropriado para suas estratégias.

No entanto, a Acelor ainda não “fechou questão” e demonstrou que o preço oferecido pela Silvestal, 44 dólares por ação é uma medida adequada. Por seu lado a Mittal não se mostrou muito disposta a rever sua oferta.

De qualquer forma, vai surgir aí a “número 1” da siderurgia.

CAI TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL DE EMPRESAS

A taxa de mortalidade infantil de empresas, que é o índice que mede o fechamento de empresas com menos de 2 anos após abertas. No entanto ele é ainda de mais de 50%. Ou seja, mais da metade das empresas fecha antes de completar dois anos de vida.

No entanto estes índice já foi maior, mas tem baixado graças à mudança de mentalidade e comportamento do empreendedor, que procura agora ser um empreendedor mais profissional, se preparando gerencialmente e adotando novas posturas.

.: NOTAS DE SUCESSO
BRA EM DECOLAGEM INTERNACIONAL

Mesmo tendo iniciado recentemente como empresa aérea nas linhas convencionais a BRA Transportes Aéreos vai alçar vôos internacionais: Europa a partir de 1o de julho!

Seus destinos serão Portugal (Lisboa) e Espanha (Madrid), com dois vôos semanais, sendo um às sextas feiras e um aos sábados.

As passagens para Lisboa poderão ser adquiridas a partir de U$ 868,00 e para Madrid a partir de U$ 888,00 (preços de passagens ida e volta).

SHOPPING DEL REY

Em ritmo de renovação o Shopping Del Rey vai realizar a substituição de lojas que encerraram as suas atividades e também ocupar áreas ainda disponíveis. Para isto investirá em torno de R$ 2,5 milhões.

O Shopping Del Rey localiza-se na região noroeste de Belo Horizonte, junto ao Bairro Caiçara e com fácil acesso para a Pampulha e anel rodoviário.

É um shopping de movimento, com um fluxo mensal de aproximadamente 1,2 milhões de pessoas que lá se dirigem atraídas pela diversidade de lojas, que inclui lojas de vestuário, brinquedos, perfumarias, magazines, amplo hipermercado, serviços bancários, livraria de qualidade, agências de turismo, bancos, salão de beleza e excelente praça de alimentação.


ARAÚJO

Continua crescendo a Drogaria Araújo, que deverá completar até o final do ano 75 unidades na Região Metropolitana de Belo Horizonte, além de continuar mantendo sucessivos recordes de lucratividade.

Entre as razões de sucesso estão políticas administrativas avançadas, entre elas o estabelecimento de uma gestão voltada para resultados, com metas estabelecidas para os funcionários.

A empresa comemora 100 anos de existência e em seus planos está agora o estabelecimento de unidades fora da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

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.: LEIA TAMBÉM ....


Economia e negócios da edição 2.

Lei das micro e pequenas empresas - aprovação esperada (edição 3).

Consumo pode chegar a R$ 1,1 trilhão em 2005 (Edição 4)

Banco Central mantém taxa de juros (Edição 5)

Agitação na área política e no mercado caracterizaram o mercado (edição 6)

Exportações mineira são recorde (Edição 7)

Brasil cresce a rítmo entre os menores do mundo (Edição 8)

Inflação e taxa de juros (edição 9)

Apesar da taxa selic em baixa, bancos elevam suas taxas (edição 10)

Corrupção derruba o Brasil no ranking da competitividade (Edição 11)

64,5 dos empregados formais ganham até três salários mínimos (Edição 12)

Febre aftosa compromete resultado do agronegócio e balança comercial (Edição 13)

Copom reduz taxa de juros (Edição 14)


MP 255 é aprovada (Edição 15)

Aftosa Impede avanço do Brasil (Edição 16)


Peso excessivo de carga tributária compromete desenvolvimento (Edição 17)


Os reveses da Embraer (Edição 18)

Queda no PIB Brasileiro (Edição 19)

Entraves ao desempenho da economia brasileira (Edição 20)

Juros caem novamente (Edição 21)

Brasil vai crescer, diz ministro (Edição 22)

Álcool em alta deixa economia em polvorosa (Edição 23)

Contribuinte pagará a conta do salário-mínimo (Edição 24)

Entraves a competividade (Edição 25)

Ano eleitoral vai irrigar a economia com dinheiro com obras (Edição 26)

Google em Minas (Edição 27)

Vários - CVRD (Edição 28)

Conversas sobre fusões no varejo (Edição 29)

Várias notícias de economia (Edição 30)

Várias notícias de economia (Edição 31)

Remédios e alimentos têm impostos demais (Edição 32)

Pallocci cai (Edição 33)

Várias Notas (Edição 34)

Safra de café deverá crescer (Edição 35)

Várias Notas (Edição 36)

Brasil usa diplomacia pífia em relação à Bolívia (Edição 37)

Bijuterias movimentam o mercado (Edição 38)

Várias Notas (Edição 39)

Várias Notas (Edição 40)

Várias Notas (Edição 41)

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