.:
ECONOMIA E NEGÓCIOS |
||
| |
||
| .: BIJUTERIAS MOVIMENTAM O MERCADO |
||
|
Sempre na moda, bijuterias garantem fonte de renda
|
||
| :: GOVERNO E ECONOMIA REDUZEM COMPETITIVIDADE DO BRASIL | ||
|
O fraco crescimento econômico, expresso pela expansão de 2,3% do PIB, e a inoperância e burocracia públicas fizeram o Brasil perder uma posição no ranking mundial de competitividade no ano passado. O país ocupou o 52º lugar, entre 53 nações e oito regiões – estados e províncias que são analisados à parte - monitoradas desde os anos 80 pelo International Institute for Management Development (IMD). Na pesquisa anterior, o país havia avançado duas posições, ficando em 51º. Sediado na Suíça, o IMD baseia-se em 312 indicadores quantitativos e qualitativos para compor a competitividade de cada país. Os resultados são agrupados em quatro categorias: desempenho econômico, eficiência empresarial, eficiência governamental, e infra-estrutura. Todos os países recebem também classificações específicas para cada categoria. No caso brasileiro, os maiores retrocessos ocorreram na perfomance econômica, na qual o país recuou da 33ª para a 43ª posição, e na eficiência empresarial, em que o recuo foi do 31º para o 42º lugar. |
||
| :: WAL-MART IMPULSIONA MERCADO DE ALIMENTOS ORGÂNICOS | ||
O
mercado de alimentos orgânicos está prestes a ganhar um grande
impulso, graças à decisão da rede de supermercados
Wal-Mart de vender mais desses produtos. Para atender à demanda
do maior varejista do mundo, a maioria das grandes empresas do setor alimentício
americano está desenvolvendo versões orgânicas de
seus produtos campeões de vendas, como a Kellog’s e a Kraft.
Para o Wal-Mart, aumentar a oferta em suas prateleiras de alimentos orgânicos – aqueles produzidos sem pesticidas, conservantes artificiais ou corantes – representa modernizar sua imagem e ampliar o apelo a consumidores urbanos e mais sofisticados. Hoje os produtos orgânicos representam apenas 2,4% do total vendido pela indústria alimentícia, mas vêm crescendo pelo menos 15% ao ano pelos últimos dez anos. Atualmente o mercado gira em torno de 14 bilhões de dólares, um valor que deve subir para 23 bilhões de dólares nos próximos três anos – e essa cifra deve avançar ainda mais com o auxílio do Wal-Mart, de acordo com o jornal americano The New York Times. A rede diz que pretende democratizar o mercado de alimentos orgânicos, tornando-os mais baratos para aqueles consumidores relutantes em pagar preços 20% ou 30% mais caros pelos produtos naturais. Segundo o diretor de marketing do Wal-Mart, a rede pretende tornar os orgânicos apenas 10% mais caros do que os equivalentes convencionais. De acordo com analistas, a estratégia pode transformar o maior varejista do mundo no principal vendedor de alimentos orgânicos dos Estados Unidos – já que, com seus 2 000 supermercados, ultrapassaria o atual líder Whole Foods. |
||
| .:
Comunique-se conosco |
||
| Sua
empresa está crescendo? Está inovando? Comunique-se conosco
e nós mostraremos aqui. Utilize-se do “Fale
Conosco” |
||
| .:
LEIA TAMBÉM .... |
||
|
|
||
| |
||
Gestão
e Sucesso - Belo Horizonte
Webmaster:Consolação
Resende
Copyright 2004 - Powered By: Flávio Martins