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ECONOMIA E NEGÓCIOS |
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| .: DE OLHO NA ECONOMIA |
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A despeito de sinais de economia em “fogo morno” e demais indicadores para uma redução mais forte na taxa de juros, até mesmo para elevar a demanda que a economia precisa, o Conselho de Política Monetária-COPOM baixou em 0,75% a taxa básica de juros da economia. A posição
conservadora do COPOM foi decepcionante para empresários do setor
produtivo e sindicalistas, que esperavam um corte de pelo menos 1%.Também
3 (três) dos membros do conselho foram favoráveis a uma
redução maior na taxa de juros. Como dizem os comentarista
econômicos: “Com esta discordância, aparece uma luz
no fim do túnel, esperando-se que nas próximas reuniões
venham a ocorrer reduções maiores”. Com esta redução
a taxa anual passa para 16,5%. As estimativas para o crescimento da economia em 2006 preveem uma expansão do Produto Interno Bruto em 3,5%, o que ainda é baixo se comparado com outros países emergentes, ou seja se continuarmos na mesma forma de condução da economia estaremos ficando cada vez mais para trás. Vejam o crescimento em % de 2005 e as estimativas para 2006
Em tempos de pré-campanha, todos os pré-candidatos à presidência que já se apresentaram destacam em seus discursos o crescimento sustentado. Apesar de não ter conseguido em seu governo o “milagrre do crescimento”, nos novos discursos já se começa a perceber o tom das promessas de crescimento econômico. Segundo
diversos economistas a economia brasileira já poderia estar mantendo
o crescimento sustentado médio de 4,5% sem pesar no eventual
crescimento da inflação. Entre os economistas, um crescimento com muito investimento na produção elevaria a oferta e, pela lei da oferta e da procura, seguraria o aumento dos preços. Existe também a corrente que fala em “PIB potencial”, que seria o crescimento que em nada influenciaria na inflação: 3,5%. Em um ponto todos concordam: o crescimento de 2,3% foi mesmo muito baixo!
As notas
de 1 Real, criadas em 1994 deixaram de ser fabricadas desde janeiro
deste ano. Neste valor somente circularão agora as moedas. Também
estão fora de circulação as moedas de 1 centavo.
Ainda está em curso o prazo para compra de lote suplementar de mais 3,8 milhões de papéis. Com esta nova operação o total captado pela empresa poderá passar de mais de R$ 810 milhões. A destinação
dos novos recursos está definida: 45% serão utilizados
na expansão dos atuais sistemas em operação, 25%
serão destinados à implantação de serviços
de esgotos nas localidades onde a empresa esta atuando apenas na distribuição
de água. 10% serão utilozados para reforço no capital
de giro e os restantes 20% serão canalizados para implantação
de sistemas de água e esgoto em localidades onde a COPASA ainda
não opera.
Os lucros da USIMINAS em 2005 foram 29,78% maiores que em igual período do ano anterior. Os números cresceram mais do que esperavam os analistas.
O Brasil
alega que já é aberto em vários destes setores,
mas os países ricos querem que seja haja a retirada de qualquer
tipo de restrição aos investimentos estrangeiros. A empresa espanhola da área petrolífera, com apenas 8 anos no Brasil, já se faz presente com uma carteira de 25 blocos de exploração de petróleo, sociedade na refinaria gaúcha Refape, distribuição de GLP, 300 postos de combustível, além de parceria com a Petrobrás na plataforma P-50 (10% de participação).
O projeto total está orçado em US$ 1,06 bilhão, que possibilitará que a produção da mina de Brucutu dobre e atinja em 2008 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, gerando 2.352 empregos diretos e indiretos.
A Petrobrás lançará campanha de 37 milhões para exaltar a auto-suficiência de petróleo. Será entre março e junho, tendo seu auge no dia 21 de abril, quando a plataforma P-50 será lançada ao mar. A plataforma P-50 produzirá 180.000 barris diários de petróleo.
Neste
mês de março, trinta empresas brasileiras apresentarão
os produtos nacionais na Foodex, uma das maiores feiras do setor alimentício
na Ásia.
As vendas de vergalhão no mercado interno cresceram cresceram 17,9% em janeiro, em comparação com igual período do ano anterior. É um bom indicador do crescimento da economia no setor da construção civil, setor gerador de empregos.
Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria da Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), em 2005 o mercado de produtos antiidade faturou 469,6 milhões de reais. 28% a mais do que em 2001. No ano passado foram consumidos 1,2 toneladas de produtos antiidade.
Para surpresa de muitos: O Viagra foi o medicamento mais consumido no Brasil no ano de 2005, vendendo mais até que os analgésicos! E viva o amor!
Aconteceu o esperado: Com o dólar em alta crescem as exportações, mas como o dólar está em baixa, as importações do Brasil cresceram 19% em fevereiro em relação a igual período do ano anterior. |
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