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ECONOMIA E NEGÓCIOS |
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É bem verdade porque o Brasil é o país onde são praticados os juros mais altos do mundo e os banqueiros cobram os juros que bem entendem, cobram as taxas de serviço que querem, além de poderem até buscar junto à mais alta corte do país a concessão legal para estarem forma do “Código de Defesa do Consumidor”. Ou seja, estão mesmo no paraíso!
Outra nota da Revista Veja mostrou que cessaram as negociações para aquisição da rede de postos de combustíveis da empresa brasileira IPIRANGA. Interesses da estatal venezuelana e do governo eram a favor do negócio, mas a PETROBRÁS fez pressão contrária.
A exportação
de animais vivos e material genético da agropecuária mineira.
Só de semen bovino houve um crescimento de US$ 199,9 mil em 2004
para US$ 452,4 mil em 2005. Quanto às exportações
de animais vivos, em 2005 foram de US$ 31,467 milhões, contra
US$ 7,338 milhões em 2004.
O juro médio bancário no ano passado foi de 44,7% , o maior do mundo. E se considerarmos os juros médios cobrados no cheque especial a situação se complica ainda mais. No ano de 2005 as instituições bancárias tiveram o maior lucro de sua história. Só o Bradesco no ano passado teve um lucro 80,2% superior ao obtido em 2004. Já o lucro do Itaú cresceu 39% em relação ao ano passado. E ainda os bancos estão pleiteando ficarem fora do Código de Defesa do Consumidor! Se conseguirem poderão então fazer mesmo o que querem: ser donos do país!
Pois bem, a MRS LOGÍSTICA, concessionária de transporte ferroviário de cargas, fechou o ano de 2005 com lucro líquido recorde de R$ 410,13 milhões, quase dobrando o resultado do ano anterior, que foi de R$ 22,3 milhões (aumento de 84,5%). A MRS LOGÍSTICA atua em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, tem um total de 1,7 mil quilômetros de malha e transportou no ano passado 108,3 milhões de toneladas de carga. No ano de 2006 a empresa deverá fazer mais aportes de recursos R$ 650 milhões a serem aplicados em aquisição de novas locomotivas (20) e vagões (mil), construção de pátio, telecomunicações e duplicação de vias. A previsão é de que a empresa continue lucrando mais e crescendo fortemente em 2006.
A política de desaceleração do ritmo de crescimento da economia para conter a inflação vem dando certo: a inflação está contida, mas o remédio é amargo. O Produto Interno Bruto do Brasil cresceu apenas 2,3% em 2005. O segundo menor da América Latina! Só perde para o Haití, país devastado pela guerra civil. Isto é uma vergonha, um verdadeiro desastre! A continuar neste ritmo seremos em breve um páis miserável. Ainda bem que estamos em ano eleitoral e o governo se verá obrigado a dar um “refresco” nesta política. Vejamos o quadro geral de crescimento do PIB na América Latina (*):
Os últimos
bons índices foram: Em 2003,
primeiro ano do governo Lula, o Brasil teve um crescimento ainda menor:
0,5%
Embora a cobrança por minuto seja mais fácil de entender e conferir por parte do consumidor, no final os seus custos seriam muito maiores e absurdamente grandes para quem estivesse utilizando internet por linha discada.
Pesquisa
do Insituto Brasileiro de Siderurgia aponta para queda das vendas na
siderurgia para o mercado interno no mês de janeiro: 5,3% a menos,
em relaçao a igual período de 2005. Já as exportações
cresceram 136.1%, em especial de produtos como aços planos e
longos. Entre exportações e queda de vendas no mercado interno, a produção de aço bruto de janeiro de 2006 teve pequena queda em relação ao mesmo período do ano anterior: 0,5%.
O consumo per-capta mundial aumentou em 25% entre 1998 e 2004, na China cresceu 77%, na Índia 49%, e no Brasil caiu 22%.
Visando baixar o preço interno e melhorar os estoques reguladores, o governo decidiu baixar para zero a cobrança de impostos de importação destes produtos.
A obra, que deverá estar concluída em dois anos, ficará a cargo da construtora argentina Techint e empregará no pico da obra 2 mil trabalhadores. O novo mineroduto será construído em paralelo ao já existente.
Da “Brasil Cachaça 2006”, participarão mais de 400 marcas de aguardente, apresentadas por produtores de Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Além dos produtores, atacadistas, donos de bares e restaurantes, também são esperados compradores estrangeiros, já que o produto vem fazendo sucesso cada vez maior fora do país.
Segundo a Associação Brasileira de Fundição (Abif), houve crescimento na indústria de fundição no Brasil: aumento de 4,8% sobre igual período do ano anterior e faturamento 7% maior. As vendas para o mercado externo tiveram um crescimento significativo: 14,4% em volume e 28,4% em receita. A diferença entre aumento de venda em volume e aumento de venda em receita deve-se ao crescimento de vendas de produtos de maior valor agregado. No entanto, a sobrevalorização do real já começa a refletir nas margens das vendas, estando os empresários já encontrando dificuldades de fechar negócios com remuneração adequada. Mas as expectativas são para manutenção da proporção de vendas das exportações em relação ao mercado interno. O mercado internacional tem mantido 20% do total de negócios do setor. |
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