| .: ECONOMIA E NEGÓCIOS | |||||||||||||||||||||||
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64,5 % DOS EMPREGADOS FORMAIS GANHAM ATÉ 3 MÍNIMOS |
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Segundo o estudo, com base em dados de 2003, 64,5% dos brasileiros do
mercado de trabalho formal recebem até três salários
mínimos. Em Minas Gerais, este número sobe para 72,5%. Já
os brasileiros que ganhavam em 2003 mais de dez salários mínimos
era de 7,15% e os que estavam entre cinco e dez salários mínimos
eram 12,3%. O estudo aponta que a baixa escolaridade pode comprometer a competitividade do país. No Brasil, em média os brasileiros possuem seis anos de escolaridade enquanto que na Argentina a média é de 9 anos e no Chile esta média atinge 12 anos. Os homens representam 60% da força de trabalho, sendo que 30% têm entre 30 e 39 anos. Os jovens de até 17 anos representam 1% do total de brasileiros com carteira assinada e, os acima de 65 anos, apenas 0,7%. Quanto às empresas legalmente estabelecidas, São Paulo representa 52% do total. No país, a maioria dos das empresas é de estabelecimentos comerciais (979 mil), o setor de serviços está em segundo lugar, com 876 mil empresas e a indústria está em terceiro, com 373 mil. |
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SUPERAVIT COMERCIAL RECORDE |
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| Analistas do mercado esperam o fechamento da balança comercial brasileira no final do ano com um superavit da ordem de US$ 40,5 bilhões, acima do que aconteceu no ano passado, que foi de US$ 33,696 bilhões. |
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BRASIL TEM VITÓRIAS NO COMÉRCIO EXTERIOR |
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| O
Brasil obteve vitórias no seu comercio exterior, via decisões
da Organização Mundial do Comércio (OMC). Agora foi a vez do comércio com a China em relação aos texteis, eletrônicos e brinquedos. Medidas irão melhorar a competitividade dos produtos brasileiros via restrições aos chineses. A indústria brasileira poderá agora conseguir salvaguardas para os seus produtos que estiverem sendo prejudicados pela concorrência (deverá comprovar isto). As salvaguardas poderão ser em forma de quotas ou tarifação. Assim será reaberta pelo menos parte do mercado tomada pelos produtos chineses. |
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FUNDO PARA DESENVOLVIMENTO |
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| Visando criar um instrumento para aumento de competitividade dos produtos mineiros, o governador mineiro Aécio Neves encaminhou à Assembléia Legislativa do estado, lei criando o Fundo de Incentivo ao Desenvolvimento (Findes), que vai ampliar a todos os setores da economia o acesso a financiamentos, aumentando a competitividade de Minas na disputa com os demais estados pela atração de novos empreendimentos estratégicos.
Este fundo de incentivo engloba os fundos que já existem, incluindo
os programas neles inclusos com os prazos compatíveis a cada atividade
financiada. O financiamento poderá ser de até 90% do valor
do investimento, o fundo será corrigido pelo IPCA e terá
juros de 6% a 4% ao ano. Para os projetos considerados estratégicos,
os encargos estarão limitados a 10,5% ao ano. |
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MERCOSUL FAZ ACORDO COM PAÍSES DO GOLFO |
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Durante a Cúpula América do Sul – Países Árabes, que foi realizada em maio deste ano, foi fechado um acordo comercial entre o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), e o Mercosul para viabilização de um tratado de livre comércio entre as duas regiões. O CCG é considerado o principal bloco econômico do mundo árabe. Num futuro próximo as facilitações decorrentes deste acordo poderão aumentar o comércio bilateral de US$ 8 bilhões para US$ 20 bilhões. |
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AUMENTO DE EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO |
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| Produtos do agronegócio continuam se destacando na pauta das exportações e deverão superar a casa de US$ 29 bilhões até o final de agosto. O aumento da demanda internacional, especialmente da China e a alta de preços de alguns produtos no mercado como o café, está melhorando o desempenho das contas. O aumento da projeção das exportação de carne bovina leva a estimar embarques de US$ 3 bilhões, o que representa uma receita superior em quase 25% à do passado. |
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| .: LEI GERAL DAS MPEs – A LUTA CONTINUA! | |||||||||||||||||||||||
| No último encontro das lideranças empresariais com o presidente Lula, em agosto passado, a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas foi pauta do encontro. O segmento das micro e pequenas empresas representa hoje cerca de 99%das empresas formalmente estabelecidas no Brasil, é responsável por 20% do produto interno bruto. Como já dissemos anteriormente, o projeto de lei busca consolidar a legislação que está espalhada e assegura tratamento diferenciado e favorece o segmento nos três níveis de governo e ainda atualiza o Estatuto da Microempresa, além de reduzir o elevado grau de informalidade existente hoje. Cria o Simples Geral, também chamado Supersimples, que unifica a arrecadação de impostos e contribuições, permitindo a adesão de empresas prestadoras de serviços e ampliação da receita bruta anual das empresas para enquadramento no sistema. O Cadastro Unificado, previsto no projeto, vai desburocratizar e agilizar os processos de abertura e fechamento de empresas, além de esclarecer ao empresário sobre as obrigações que ele assume ao montar um negócio O
jornal Comércio Informativo, da FECOMÉRCIO-MG divulgou
em sua última edição um comparativo de pontos principais
de mudança:
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