| .: DICA CULTURAL | ||
|
.:
Fado É Tudo Isto! |
||
| Eliana Álvares canta clássicos de Amália Rodrigues
No repertório, clássicos do fado imortalizados na interpretação de Amália Rodrigues, dentre as quais Só nós dois é que sabemos, Ai, Mouraria, Fadista Louco, Foi Deus, Tudo isto é fado, Perseguição, Nem às paredes confesso e Casa portuguesa. Eliana
Álvares Estudou teoria musical e piano na Universidade Mineira de Arte, dos 10 aos 14 anos. Cantou no coral da FUMA dos 12 aos 14 anos. Desde então passou a fazer pequenas apresentações de músicas populares brasileira, italiana, espanhola e portuguesa, especialmente fados, cantando e tocando violão, em bares, restaurantes, clubes e festas em Belo Horizonte e cidades vizinhas. O Fado representa, em sua vida, os embalos do sono de criança, vividos com seus tios portugueses. Apresentou-se no Teatro da Assembléia em 2003, cantando fados. Faz aulas de canto com o professor Ricardo Ferreira. André
Siqueira Teve aulas de composição com Mário Loureiro e fez cursos com João Guilherme Ripper e Ricardo Tacuchian. Em 1999 participou em discos de outros violeiros como Braz da Viola (como instrumentista e arranjador) e Pereira da Viola. Formado em música pela Universidade Estadual de Londrina – UEL em 1999, desenvolveu durante o curso várias pesquisas referentes a música popular e música contemporânea. Atuou como docente da Universidade Estadual de Londrina no período de 2001 à 2003 nas disciplinas de linguagem e estruturação musical e práticas instrumentais. Em dezembro de 2003, lançou “LITHOS”, seu primeiro disco que contou com a participação de grandes músicos como André Vercelino, Mário Loureiro, Gabriel Levy. Atualmente morando em Belo Horizonte, é mestrando em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e acompanha os violeiros Pereira da Viola e Fernando Sodré, além de músicos como Rubinho do Vale, Wilson Dias entre outros. Abel
Álvares da Silva Em 1954, tocou em dois programas de auditório na Rádio Clube de Patos de Minas. Em seguida participou de uma orquestra de música para dança em Martinho Campos. Em 1967, mudou-se para Belo Horizonte e começou a tocar acordeom com o conjunto Juju Brasil Show. Durante três anos integrou o grupo de seresta Sereno da Madrugada. Também como acordeonista, participou da inauguração do conjunto de Beline Andrade em Abaeté. Em 1994, ao lado de Juju do Piston e Toninho da Guitarra, integrou o Trio Melódico, que se apresentava no programa O Estado da Música (criado pelo radialista Acir Antão e veiculado na Rede Minas de Televisão). Tocou com vários músicos de Belo Horizonte dentre eles Aucir (cavaquinho), Beline Andrade (saxofone), Capitão Adolfo, ex-integrante da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (violino). Por dois anos integrou o grupo Violinos de Paris comandado por Vinicius Tizo. Clayton
Neri Participou de masterclasses e workshops com importantes nomes do violão erudito e da música popular , tais como: José Lucena Vaz, Everton Gloeden, Fábio Zanon, Stephen Waechter, Alieksey Vianna, Eva Fampas, Hélio Delmiro, Toninho Horta, Nelson Farias. Como intérprete solo vem atuando em importantes espaços da capital mineira. Na música popular acompanhou vários artistas como: Wilson Queiroga, Siza Fernandes, Celina Borges, Banda Pentecoste. Breve
currículo de Amália Rodrigues Em 1945 passa dez meses no Brasil, atuando com a Companhia de Revistas Amália Rodrigues, no Teatro República, no Cassino de Copacabana, no rádio, em festas, em S. Paulo, gravando os seus primeiros discos e criando Ai, Mouraria, de Valério. Em 1946 é a atração de Estás Na Lua [revista], com Laura Alves e Costinha, protagonista da opereta Mouraria, com Alberto e Costinha, protagonista da opera Moraria, com Alberto Ribeiro, onde aparece de vestido negro comprido, com um grande xale negro, protótipo dos seus futuros vestidos de cena. Em 1967 recebe em Cannes o prêmio MIDEM, para a artista que mais discos vende no seu país, fato que se repete nos dois anos seguintes, proeza só igualada pelos Beatles. Sua última apresentação em público se dá em 1994 no Coliseu dos Recreios, num emocionante espetáculo integrado em Lisboa. Amália Rodrigues morre em Lisboa, na sua casa na Rua de S. Bento, a 06 de outubro de 1999. Atuou
em diversos filmes no cinema e televisão, quebrando recordes de
permanência em exibição e recebendo vários
prêmios de melhor atriz. |
||
| .: Serviço | ||
EVENTO:
Show Fado É Tudo Isto! |
||
|
|
||
Gestão
e Sucesso - Belo Horizonte
Webmaster: Consolação Resende
Copyright 2004 - Powered By: Flávio Martins