| .: ARTIGO | ||
| .:
O DESAFIO DE VENCER OS PRÓPRIOS LIMITES |
||
| O
maior espaço que tem o ser humano é para o auto desenvolvimento.
Não há limite. No entanto, a grande maioria de nós
se coloca limites. Estes limites, auto-impostos tolhem a capacidade de
evolução humana. Por exemplo: Se me vejo como pessoa incapaz,
não há quem possa me desmentir. Se não me aceito,
olho de manhã no espelho e digo para mim mesma, puxa estou mal,
que cara horrível! Então não sinto vontade de me
arrumar e saio para trabalhar me sentindo péssima. Os outros vão
perceber que eu não estou bem, estou mal arrumada etc. Aí
minha auto-imagem vai ser confirmada, e eu fico cada vez pior. Stephen Covey, ao analisar os hábitos das pessoas muito eficazes, observou que elas tinham um padrão – Não se preocupavam, mas concentravam seus esforços naquilo possível de ser controlado. Preocupação é uma palavra interessante: pré – ocupar – ocupar-se antes. Isto é, ocupo-me de alguma coisa fora da hora adequada. Se ao executar uma atividade, começo a pensar em outra que terei de executar daqui a pouco, estarei me preocupando e não vou resolver nada. Pelo contrário, só vou me desgastar: não estarei inteira aqui, portanto, me desconcentrarei da atividade do momento, mas não estarei fazendo nada em termos da segunda tarefa. Gosto de citar um verso de Gilberto Gil: “o melhor lugar do mundo é aqui e agora”. “Lá e então” não estão sob meu controle. Só posso ser feliz agora! O
pessimismo também não leva a lugar algum. É apenas
uma questão de perspectiva. Posso olhar um copo com uma certa quantidade
de líquido e dizer: ‘Está meio vazio’, ou posso
dizer ‘Está meio cheio!’ Depende do ponto de vista.
Quando vejo as coisas pelo lado positivo, percebo saída para as
situações difíceis. Se as vejo pelo lado negativo,
minha tendência é ficar paralisada pelo desânimo e
sentimento de derrota. É não ver o lado de “oportunidade”
que está junto do perigo no ideograma oriental para “crise”. Aumentar a autoconfiança e o auto-respeito pode ser conseguido fixando-se metas em menor escala – que possam ser alcançadas; procurando a melhoria contínua com pequenos e constantes aperfeiçoamentos em nosso modo de ser; ,as tudo exige trabalho árduo: dedicar-se, comprometer-se. Ninguém alcança o seu objetivo sem esforço. Se eu não trabalhar, ninguém vai fazer isso por mim. É um compromisso que tenho comigo mesmo: conseguir o que pretendo através do meu esforço pessoal. |
||
| .: AUTORA | ||
|
Carmen Eugênia Bretas Bavoso Psicóloga,
psicodramatista, consultora organizacional com especialização
a nível de pós-graduação em Gestão
da Qualidade Total pela UFMG. Especialista em Treinamento e Desenvolvimento,
foi gerente de Recursos Humanos em empresa de grande porte, fez estágio
na Suiça, participou de seminário sobre pesquisa social
na Universidade de Tulane, Estados Unidos, tem curso de especialização
em Treinamento feito no Japão, como bolsista do Governo Japonês.
Professora universitária do UNI-BH. Diretora da Associação
Comercial de Minas. Ex-presidente do Conselho da Mulher Empreendedora
da Associação Comercial de Minas. Redatora e apresentadora
do vídeo: “Como vencer a timidez”, da editora Suma
Econômica. Autora do livro: “Timidez não é doença
e tem cura”, da editora Gutenberg. Artigos publicados em diversos
jornais e revistas, palestrante em diversos eventos. Contato:
|
||
| .: LEIA TAMBÉM: | ||
|
|
||
| |
||
Gestão
e Sucesso - Belo Horizonte
Webmaster: Consolação Resende
Copyright 2004 - Powered By: Flávio Martins